Repositório de pequenos sonhos, epifanias e certezas transitórias. Espaço de despejo do excesso que pesa na alma. Lugar de ser pequena quando tudo fora é grande demais.
domingo, 27 de junho de 2010
Pra me sentir abraçada no domingo
- A cama macia e o carinho incondicional da Maria
- Visita à casa-muito-engraçada que agora até já parece mesmo uma casa
- Crepe do Café Café
- O planejamento do mal com Cafas
- Dustin Hoffman e seu desconcerto em The Graduate
- E um restinho de Bauman pra dormir sem peso
- NOTÍCIA DE ÚLTIMA HORA: a descoberta de que o nome da bola da copa é Jabulani (sim, já tá pra terminar a copa e só agora eu descobri!) Preciso urgentemente nomear alguma coisa de Jabulani.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Personal auto-estima elevator Tabajara
Mas vamos deixar as coisas feias de lado e voltar a falar nas coisas lindas. O Salão do Livro Piauiense é uma dessas coisas que nos deixam certos que nem só de medíocres e suas mediocridades vive o Piauí. Nós temos pessoas que lêem, pessoas que escrevem e que pensam para frente, enfim, nós temos muita gente inteligente e que usa essa faculdade para fazer o bem. O Piauí das coisas lindas é o Piauí do Paulo Nunes, do H. Dobal, do Paulo José Cunha, do Zózimo Tavares, do Miguel Moura, é o Piauí de muitos outros belos piauienses que nos enchem de orgulho. Nós temos coisas lindas como o livro que a lindíssima Clarissa Carvalho escreveu a quatro mãos e duas cabeças maravilhosas com a Elizângela Carvalho, um livro que fala da Mulher, Mãe e Moderna, de mulheres como elas mesmas que vão à luta sem perder a beleza e a ternura.
E ainda bem que ele não falou em perder a paciência ou a esperança, que essas eu já perdi faz tempo! Ô, diazinho nojento esse!
Pastelzinho
E essa foi a que eu achei mais legal - meninazinha decidida essa!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Ócio criativo
Começando a semana
sábado, 19 de junho de 2010
You gotta it!
E saber que todos os menáge foram convocados para uma reunião extraordinária, e euzinha não fui... Raiva, raiva, raiva! Que dia mesmo eu passei a não importar assim? Faz 20 anos que tá tudo assim do jeito que sempre foi e deveria ser, mesmo com as pequenas adaptações e mudanças que nossas vidas - reconheço que mais a minha - exigiram. Mas hoje eu senti indiferença que não deveria vir de você. E me chateei mesmo.
Ninguém nunca vai me convencer de que o amor entre amigos não é o mais bonito do mundo. E alguém me pergunta: e o amor pelos filhos? Esse é de cima pra baixo, não espera nada em troca, se alimenta só dele mesmo. É um amor que dói às vezes, por ser tanto. O amor entre amigos é diferente: é troca, é construção de um código em comum, é conforto, é o amor da não cobrança. (Paradoxo: eu aqui querendo cobrar presença, né? Ai, humanas incoerências...)
Pois é, amigo. O politicamente correto seria dizer que eu quero te ver feliz. E na verdade eu quero. Mesmo. Mas sou egoísta o suficiente pra dizer que não quero ficar de fora disso, e que pra mim não só a dor, mas também a felicidade só presta compartilhada.
(E agora que você terminou de ler, já pode me mandar uma mensagem dizendo: "menininha, menininha, menininha!" Dessa vez não vou me irritar, não, viu?)
terça-feira, 15 de junho de 2010
Então tá, Leminski
ainda não é agora
a confusão prossegue
sonhos a fora
calma calma
logo mais a gente goza
perto do osso
a carne é mais gostosa